sábado, 23 de fevereiro de 2013

Se existe um momento em que Nada faz Sentido É aquele Em que no abandono Do momento Os sentidos Se deixam levar.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Rooney Mara

Se essa menina não ganhar algum premio pelo seu trabalho em os homens que não amavam as mulheres, então é porque ninguém mais merece ! Fincher conseguiu fazer um refilmagem valer como um novo filme. Eu que já havia visto o filme anterior, com a excelente noomi raspace, fiquei impressionado. São filmes distintos,com ritmo distinto, ainda que baseados na mesma história. Vale o ingresso. Todos estão muito bem. Todos convencem. E o filme americano explica a trama rocambolesca de larsson melhor que o filme sueco. Show.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Pacotes

A simples palavra pacote já me inspira uma certa desconfiança. Tenho idade e pacotes econômicos suficientes para temer a ação predatória do governo. A pregação desta vez é: COMPREM ! (ou a vaca vai pro brejo). A vaca nem está tão preocupada com isto. Coitada. Mas nós, vida de gado, estamos. A primeira dama do fmi esteve na terra brasilis e fez prognósticos duros sobre a crise da Europa. Aquela tal marolinha... Economias globalizadas são voláteis e criam dependências que não podem ser desfeitas da noite para o dia. Por isso a Grécia tem influido para agravar a crise e Portugal ruge como um leão. Nós acreditamos que estamos seguros, mas ainda temos um caminho pela frente, nossos compradores não virão até o balcão com tanta vontade. Então, que rufem os tambores: o mercado interno precisa salvar a pátria (e a vaca)! A nova classe média ( afinal com quantos "paus" (reais) se faz uma classe média?!) precisa consumir. Comprar o que seria vendido lá fora. No Brasil cresce o número de empregos com carteira assinada. Os juros caem. O governo incentiva os empréstimos diretos. Baixa o IPI de alguns produtos. Vai a roda girar, como se diz. Dinheiro é sangue nas veias. Empréstimos e salários fazem a nova classe média ir às compras. Mais compras significam mais dinheiro para as empresas. Mais dinheiro para as empresas representa mais capital investido na produção. Mais produção representa mais empregos. Mais empregos representam mais "meio circulante". E por aí vai. Levamos muitas décadas para aprender. Mas continuo tendo calafrios quando se fala em pacotes. E pensar que o Collor continua por aí, firme e forte... Cruz Credo !

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

I say no to sad things I say no to bad things I say no

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

silêncio

não vejo nada mais pessoal os que andam e atravessam as ruas os que ficam e olham e prestam atenção mas ainda há aqueles que tiram as bicicletas de seu canto de quintal e saem à noite em grupos de dez ou mais pedalando e outros se juntam] ou quando[ sentam-s numa sala meio escura para ouvir ]alguém ler poemas e balançam a cabeça entreolham-se sorriem aquiescentes mas os poemas não fazem sentido tem palavras difíceis e quem se importa com o sentimento do poeta? ele mente! preferem ler jornais e saber que a economia vai mal e para sentirem-se vivos leem os obituários.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Diversão com os filhos

 

Levei minha doce Isabella para ver Harry Potter e as relíquias da morte;esta é uma boa desculpa para ir assistir aos estertores finais do bruxinho, de quem me tornei fã ao longo dos anos. Pena que o harry literário esteja em franca decadência. Os livros foram lançados, muito se falou sobre eles, mas agora andam relegados às prateleiras de fundo, solapados por toneladas de baixa literaura vampiresca ou sobrenatural, que, parece, é a moda do momento.

Se compararmos os livros de harry com a moda dos vampiros, aquele vence com folga. Harry é um personagem completo, que evoluiu em cada um dos seus livros: de um jovem esquisito e deslocado, para um adolescente cheio de dúvidas e expectativas, para um quase adulto determinado a recuperar seu espaço no mundo.

Já os vampirinhos de plantão (inclusive sookie) servem apenas para ferver os hormônios saltitantes dos adolescentes mundo afora!

Harry, o filme, é bom, muito bom mesmo. Um fecho excitante para uma saga que apresentou altos e baixos. O harry da pedra filosofal (acho que pelas mãos de chris columbus) era apenas uma diversão hollywoodiana, sem muito conteúdo. Deveu-se seu sucesso aos bons atores e à fama , merecida, dos livros. Até nisto harry foi diferente, ele amadureceu nos filmes e livros tanto na forma, quanto no conteúdo.

\tanto que este filme que ora ocupa os cinemas, não tem nada de infanto-juvenil, trata-se de um raro exemplar de filme de aventuras para adultos. Sério, bonito de ver, bem interpretado e com efeitos fantásticos.

Pena que está chegando ao fim.