Triste daqueles que têm a ESTRADA e a temem,
se escondem e fogem e fecham os olhos,
pensam nela e tremem,
mas ela está ali, oferecendo-se,
misteriosa e cheia de obstáculos,
devemos (we must) percorrê-la,
curva após curva,
sombra e acostamento,
senão,
que razão há em viver?
Nenhum deslumbramento nos espera, num quarto fechado, em que o sol, tímido, nos espeta lanças de luz e poeira, pelas frestas da veneziana.
A verdade está lá fora.
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