Esta noite vai ser longa. Steve Carell na tv apaixonado pela namorada do irmão. Nova posição, sentado, pernas cruzadas, laptop no colo (ops). Acabei de comer um sanduíche de ovo. Eu próprio fiz os ovos com becel (dizem que faz bem pro coração , pelo menos é o que diz a Marília Gabriela) e esquentei duas fatias de pão de forma. É quase uma hora da manhã. Comi e empurrei tudo com meio copo de coca-cola. Continuo acompanhando o filme do steve carell e da Juliette Binoche (outra das minhas musas desde o paciente inglês).
Acho que vi tudo que ela fez. Juliette é perfeita. Lembro-me dela em cache, chocolate, damages, etc, etc.
Cada fotograma ou pixel serve para demonstrar a fantástica simetria de suas linhas. Apesar disso ela é uma mulher palpável.
Aquele olhar… Hoje descobri que as musas nos pegam pelo olhar. Pela maneira como nos miram. Como nos estendem feixes de luz através dos olhos.
Pense num filme, naquele filme, no seu filme, cada um tem o seu, um filme que você verá sempre que for possível, que você nunca jamais se cansará de ver, e repare que nele deve haver uma mulher, uma personagem feminina marcante, e que, em algum momento, ela lançará em sua direção, em direção à câmera, “aquele olhar” !
Como Julia Roberts faz inúmeras vezes em Notting Hill , o que torna este pequeno filme tão especial.
E como Juliette também faz na maioria dos seus filmes.
E como Soledad Villamil (minha nova musa) fez em O SEGREDO DOS SEUS OLHOS.
Existe neste quesito uma lista enorme de filmes. Um olhar, apenas um olhar, pode tornar o filme mais obtuso, especial.
Nenhum comentário:
Postar um comentário